Um livro simples e despretensioso
A idéia de escrever este livro surgiu no dia 11/11/2006, em casa, no agradável bairro da Aclimação, em São Paulo.
Foi durante a leitura de Memórias Inventadas, do poeta Manoel de Barros (http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_de_Barros).
Sou fã de Manoel de Barros desde os meus tempos de Campo Grande (MS), onde ele vive e o entrevistei na tarde quente do dia 24 de janeiro de 2005 ao lado de Walter Gonçalves Filho e Izaias Medeiros, meus colegas de Redação n´O Estado de Mato Grosso do Sul, do qual fui Diretor de Redação em 2004/05.
Gostei da linguagem e da forma de Memórias Inventadas.
Trata-se de um livro simples, singelo, sem maiores pretensões.
Tal qual Manoel de Barros, que não gosta de dar entrevista, pior ainda se for gravada e ou filmada, escreve a lápis e só datilografa cada um dos textos que produz após ter certeza de que não há mais o que modificar.
É assim – simples, singelo e sem pretensões – que vejo também este que é o meu primeiro livro disponibilizado na Internet.
Comecei a escrever as páginas que se seguem a esta tão logo terminei a leitura da obra de Manoel de Barros.
Escrevi para deixar minhas histórias aos meus filhos, sobrinhos, afilhados, amigos e parentes.
Durante a produção de cada texto aqui publicado pensei neles todos e também nos inúmeros jornalistas – jovens, em especial – que me pedem para perpetuar as histórias que conto a eles desde 1974, quando fiz a primeira palestra em uma faculdade de Jornalismo, em Santos, a convite do meu então colega de reportagem no Estadão e hoje saudoso Carlos Alberto Manente.
Pensei também nos meus netos, que começaram a chegar em junho de 2007, com a pequena e graciosa Beatriz, fruto das graças a Deus e do amor de minha filha Cláudia e de Márcio Gouvêa, o marido dela, que tiveram o pequeno príncipe Murilo em janeiro de 2010.
É a eles – meus filhos, sobrinhos, afilhados, amigos, parentes, jovens jornalistas e especialmente aos meus netos, atuais e futuros – que dedico estes textos.
A eles, a meus país, Wanda e Lázaro (em memória), aos meus irmãos, aos meus sogros, dona Cidinha e José Arnaldo, o ‘seu’ Zéca (em memória), que foi um bravo combatente na Itália (durante a II Guerra Mundial) e no Brasil (ao longo de mais de 40 anos de vida jornalística em Marília), aos meus cunhados e compadres, a todos os colegas de trabalho na Rádio Brasil de Adamantina, no Jornal do Comércio de Marília, no Estadão, na Agência Estado, no Diário de Notícias (RJ), na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo, na A. A. Comunicações (do saudoso e inesquecível Amigo Álvaro Assumpção, o ‘Meninão’), na COMUNIC, no Correio Braziliense, na Associação Comercial de São Paulo, no Grupo Folha de S. Paulo (onde ajudei, por exemplo, a criar o UOL), no Grupo JB, na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, n´O Estado de MS, na TV Morena/Globo em Campo Grande, no Comércio da Franca e na Rádio Difusora AM de Franca (SP) e n’A Tribuna de Santos (onde fui Editor-Executivo em 2008/09 a convite do Amigo Wilson Marini).
Por fim, uma dedicatória especial para minha companheira de todas as horas desde 15 de julho de 1969, Sueli Teresinha Bravos do Amaral, que me ajudou também na pesquisa e na revisão destes textos.
E um agradecimento especial ao produtor e editor destas páginas, o meu Amigo Marcello Vitorino, fotojornalista de primeira, que fez, em parceria com a também Amiga e jornalista Nilva Bianco, uma das maiores alegrias que tivemos, Sueli e eu, nos últimos dez anos: a pequena e querida Sofia Bianco Vitorino.
Esta obra, embora modesta, não termina aqui. Continuarei a escrevê-la ao longo dos próximos anos, porque tenho o firme propósito de lançar uma nova versão a cada ano, revista e ampliada.
Cláudio Amaral
São Paulo, 30/7/2008 19:03:22 e 1/1/2012 02:52:32
Olá Claudio.
ResponderExcluirVocê começou o ano novo nos brindando com um livro novo. Coisa boa de se ver.
Vamos ler então.